Atuação estratégica

Recurso Extraordinário e Recurso Especial: Guia Completo

Entenda a diferença entre recurso extraordinário e recurso especial, os requisitos de admissibilidade e como funciona a estratégia recursal perante os Tribunais Superiores.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre o tema

Qual a diferença entre recurso extraordinário e recurso especial?

O recurso extraordinário é dirigido ao STF e discute questões constitucionais. O recurso especial é dirigido ao STJ e discute questões de interpretação de lei federal infraconstitucional. Um mesmo caso pode, em tese, comportar os dois recursos simultaneamente, quando há questões constitucionais e infraconstitucionais em discussão.

O STF e o STJ reexaminam fatos e provas do processo?

Em regra, não. Os Tribunais Superiores têm função de uniformização da interpretação constitucional (STF) e da legislação federal (STJ), e não atuam como uma terceira instância de reexame de fatos e provas — daí a importância de uma estratégia recursal bem construída desde as instâncias anteriores.

O que é repercussão geral?

É um requisito de admissibilidade do recurso extraordinário: o recorrente deve demonstrar que a questão constitucional discutida ultrapassa os interesses subjetivos das partes, tendo relevância econômica, política, social ou jurídica para o caso ser julgado pelo STF.

Qual o prazo para interpor um recurso extraordinário ou especial?

Em regra, o prazo é de 15 dias úteis a partir da publicação da decisão recorrida, mas pode variar conforme o rito processual aplicável ao caso. Um advogado pode confirmar o prazo específico da sua situação.

O que fazer se meu recurso não foi admitido no tribunal de origem?

É possível interpor agravo contra a decisão que nega seguimento ao recurso extraordinário ou especial, para que a admissibilidade seja reapreciada pelo próprio Tribunal Superior.

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